O governador Antonio Anastasia assinou nesta quinta-feira, convênios com 54 prefeituras para investimentos em obras de infraestrutura urbana em municípios de várias regiões do estado. Ao todo serão liberados, através da Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas-SETOP, R$ 96,3 milhões. Os recursos serão destinados a investimentos em obras de melhoramento de vias públicas e de drenagem pluvial; construção de capelas e velórios; sede administrativa; centros comunitários; creches comunitárias;escolas municipais; parques de eventos e exposições e quadras poliesportivas. A solenidade aconteceu no Palácio Tiradentes na Cidade Administrativa e contou com a presença dos prefeitos beneficiados, deputados e secretários estaduais. O prefeito de Indaiabira, uma das cidades onde serão realizadas obras com recursos dos convênios, Marcus Tácito Penalva Costa, disse que a liberou de verbas para obras urbanas é o segundo presente que o município recebe do governo estadual em pouco tempo. “ O primeiro -disse- foi a conclusão das obras do ProAcesso, pois a estrada asfaltada era o grande sonho dos moradores que estavam cansados de trafegar por uma estrada de terra que não oferecia nem conforto nem segurança”.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
GOVERNO ASSINA CONVÊNIO COM MUNICÍPIOS
O governador Antonio Anastasia assinou nesta quinta-feira, convênios com 54 prefeituras para investimentos em obras de infraestrutura urbana em municípios de várias regiões do estado. Ao todo serão liberados, através da Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas-SETOP, R$ 96,3 milhões. Os recursos serão destinados a investimentos em obras de melhoramento de vias públicas e de drenagem pluvial; construção de capelas e velórios; sede administrativa; centros comunitários; creches comunitárias;escolas municipais; parques de eventos e exposições e quadras poliesportivas. A solenidade aconteceu no Palácio Tiradentes na Cidade Administrativa e contou com a presença dos prefeitos beneficiados, deputados e secretários estaduais. O prefeito de Indaiabira, uma das cidades onde serão realizadas obras com recursos dos convênios, Marcus Tácito Penalva Costa, disse que a liberou de verbas para obras urbanas é o segundo presente que o município recebe do governo estadual em pouco tempo. “ O primeiro -disse- foi a conclusão das obras do ProAcesso, pois a estrada asfaltada era o grande sonho dos moradores que estavam cansados de trafegar por uma estrada de terra que não oferecia nem conforto nem segurança”.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
REDES SOCIAIS EM ASCENDÊNCIA
O Encontro da Comunicação Estácio de Sá de BH -Empreendedorismo Oportunidades e Desafios- está sendo realizado no campus Prado, durante esta semana, de 17 a 21 de maio. O evento visa estimular o diálogo sobre as novas mídias, estrutura da internet, e sobre o que o mercado espera do profissional de comunicação e como se preparar para o mercado, cada vez mais competitivo. Thiago Miqueri, publicitário, e o jornalista Robson Abreu, abriram o debate, desta noite, falando sobre Comunicação Digital e Novas Mídias. Ambos ressaltaram a preocupação, que o profissional de comunicação, deve ter em se manter atualizado com as novas redes sociais. Thiago lembra que “todos vivemos em uma rede social como igreja, escola, família, e outras, só que hoje as redes são online. Redes sociais amplas, sem distâncias, podendo alcançar todo o planeta, tudo isso só comunicando pelas redes sociais como Facebook, Twitter, Orkut. A mudança tecnológica crescente, potencializa estas redes de comunicações sociais online”.CONFIRA MAIS
• Números de redes sociais no Brasil:
Orkut - 79% dos brasileiros.
Facebook – crescimento de 40% de maio a junho de 2009 ( 400 milhões de usuários no mundo).
Twitter – cresceu 1.382% em 2008.
A cada ano, quase 500.000 horas de conteúdo são publicados no Youtube.
36% dos internautas brasileiros sobem vídeos e fotos todos os dias.
O Brasil é o país que mais acessa redes sociais no planeta.
2.600.000 usuários atualizam blogs diariamente.
Com uma audiência jovem e qualificada, SP já é a quarta cidade que mais usa o Twitter.
Pesquisas apontam que 52% dos usuários de redes sociais interagem com marcas nesses ambientes.
80% dos usuários confiam em recomendações de compras feitas por amigos nas redes sociais.
Mais de 60% dos jovens, de 10 a 24 anos, estão online
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
TERREMOTO NO HAITI ABALA O MUNDO
O resgate de um sobrevivente- um homem de 30 anos- retirado dos escombros, quase um mês após o terremoto, mostra o quanto em vidas humanas pode ter custado a disputa entre países pelo comando das operações no Haiti devastado. Interesses políticos acabaram levando a uma disputa cujo resultado mais imediato foi o atraso e a falta de coordenação das operações de resgate e salvamento da população castigada por um terremoto que matou mais de 150 mil pessoas e feriu outras centenas de milhares.
Primeira república negra do mundo, o Haiti tem sua histórica marcada por desastres, violências e muita pobreza. Colônia francesa, utilizado para o plantio de açúcar, o país iniciou, logo após a Revolução Francesa de 1789, sua luta pela independência, alcançada em 1804, através de uma revolução comandada por escravos.
Esta revolução acabou provocando o isolamento do Haiti pelos demais países europeus, preocupados em impedir que os ideais haitianos fossem exportados para outras colônias. Este isolamento só foi rompido em 1914, quando o país foi invadido em 1914 por tropas americanas que estabeleceu um domínio que durou até 1934. A partir da saída dos americanos o país viveu sucessivos períodos de ditaduras violentas, corrupção e conluio de seus governantes com interesses estrangeiros. Das violentas ditaduras haitianas a mais notória foi a de François Duvalier, o “Papa Doc”, sucedido por seu filho “Bay Doc”, destituído do poder em 1986, abrindo um novo período de disputas internas que levou a ONU, em 2004, a criar uma força de paz para controlar o país, sob o comando de militares brasileiros.
Este país de nove milhões de habitantes, que tem o 148º IDH mundial, e é a nação mais pobre da América Latina, vive, desde então, tentando controlar a violência interna e conciliar seus grupos políticos, buscando a paz interna que permita ao seu povo- mais da metade analfabeta- iniciar um processo de crescimento.
No meio deste esforço o Haiti foi atingido pelo maior terremoto de sua história- o país é constantemente atingido por tremores, furacões e tufões cor causa de sua posição geográfica. Para agravar sua desesperadora situação, a população haitiana está agora no meio de uma briga política, na qual o Brasil é protagonista, envolvendo países latino americanos que acusam os Estados Unidos de tentarem dominar o país, aproveitando-se do desastre.
Enquanto se faz do Haiti centro de uma disputa antiamericana, vidas deixam de ser salvas e novos crimes, como a tentativa de levar ilegalmente crianças para os Estados Unidos, são cometidos por uma população mergulhada na miséria e no caos social.
Primeira república negra do mundo, o Haiti tem sua histórica marcada por desastres, violências e muita pobreza. Colônia francesa, utilizado para o plantio de açúcar, o país iniciou, logo após a Revolução Francesa de 1789, sua luta pela independência, alcançada em 1804, através de uma revolução comandada por escravos.
Esta revolução acabou provocando o isolamento do Haiti pelos demais países europeus, preocupados em impedir que os ideais haitianos fossem exportados para outras colônias. Este isolamento só foi rompido em 1914, quando o país foi invadido em 1914 por tropas americanas que estabeleceu um domínio que durou até 1934. A partir da saída dos americanos o país viveu sucessivos períodos de ditaduras violentas, corrupção e conluio de seus governantes com interesses estrangeiros. Das violentas ditaduras haitianas a mais notória foi a de François Duvalier, o “Papa Doc”, sucedido por seu filho “Bay Doc”, destituído do poder em 1986, abrindo um novo período de disputas internas que levou a ONU, em 2004, a criar uma força de paz para controlar o país, sob o comando de militares brasileiros.
Este país de nove milhões de habitantes, que tem o 148º IDH mundial, e é a nação mais pobre da América Latina, vive, desde então, tentando controlar a violência interna e conciliar seus grupos políticos, buscando a paz interna que permita ao seu povo- mais da metade analfabeta- iniciar um processo de crescimento.
No meio deste esforço o Haiti foi atingido pelo maior terremoto de sua história- o país é constantemente atingido por tremores, furacões e tufões cor causa de sua posição geográfica. Para agravar sua desesperadora situação, a população haitiana está agora no meio de uma briga política, na qual o Brasil é protagonista, envolvendo países latino americanos que acusam os Estados Unidos de tentarem dominar o país, aproveitando-se do desastre.
Enquanto se faz do Haiti centro de uma disputa antiamericana, vidas deixam de ser salvas e novos crimes, como a tentativa de levar ilegalmente crianças para os Estados Unidos, são cometidos por uma população mergulhada na miséria e no caos social.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
INHOTIM REFERÊNCIA EM MINAS GERAIS
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Mais de cem mil pessoas visitaram, nos últimos doze meses, o Instituto Cultural de Inhotim. Localizado em área de flora e fauna totalmente preservadas, com espécies raras, na cidade de Brumadinho, distante 50 km de Belo Horizonte, o instituto é um complexo museológico original, composto por pavilhões espalhados pelo parque ambiental.
O rico acervo de Inhotim é representativo da arte contemporânea de artistas brasileiros e estrangeiros. Ele começou a ser formado em meados da década de 1980 e tem seu foco em obras produzidas a partir de 1960. São fotografias, pinturas, desenhos, vídeos e instalações de artistas de vários países, harmoniosamente expostos numa área de grande beleza natural.
A região de Brumadinho, onde está instalado o Instituto Cultural de Inhotim, mais conhecido como “Museu Inhotim”, é a oitava economia mineradora de Minas e se destaca também pela produção de cachaça. O instituto, além de ser um importante meio de difusão da cultura e da arte, é também, como destacou o governador Aécio Neves, ao autorizar melhoramentos nas vias de acesso a Inhotim.
O rico acervo de Inhotim é representativo da arte contemporânea de artistas brasileiros e estrangeiros. Ele começou a ser formado em meados da década de 1980 e tem seu foco em obras produzidas a partir de 1960. São fotografias, pinturas, desenhos, vídeos e instalações de artistas de vários países, harmoniosamente expostos numa área de grande beleza natural.
A região de Brumadinho, onde está instalado o Instituto Cultural de Inhotim, mais conhecido como “Museu Inhotim”, é a oitava economia mineradora de Minas e se destaca também pela produção de cachaça. O instituto, além de ser um importante meio de difusão da cultura e da arte, é também, como destacou o governador Aécio Neves, ao autorizar melhoramentos nas vias de acesso a Inhotim.
Entidade privada, sem fins lucrativos, o Instituto Cultural Inhotim, será também um importante centro de pesquisas na área de botânica, em convênio com o Governo de Minas, pois em sua área, que faz parte do bioma da Mata Atlântica, existem espécies tropicais raras e variadas. Inhotim fica aberto à visitação pública às quintas e sextas-feiras e aos sábados, domingos e feriados.
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domingo, 4 de outubro de 2009
RESPEITO AO BRASIL
O que parecia impossível aconteceu: o Rio acaba de ser escolhido para ser a sede da Olimpíada de 2016. Madri, mesmo desprezada no primeiro momento, quando os especialistas achavam que o favorito era a Chicago de Barak e Michele Obama, era um adversária respeitável.Ser a sede dos jogos olímpicos de 2016 é um sinal de que o mundo passou a respeitar o Brasil.
Isso não é pouca coisa.
Fez bem o presidente Lula em ir a Copenhague defender a candidatura do Rio de Janeiro. Lula fez um discurso sóbrio e, ao mesmo tempo, carregado de emoção. O governador Sérgio Cabral e o prefeito Eduardo Paes também cumpriram com esmero seu papel.

MASSACRE EM IPATINGA É LANÇADO EM LIVRO
O jornalistas Marcelo Freitas – prêmio Esso de Jornalismo, em 2001, com caso dos supersalários dos deputados estaduais mineiros - lançou, no último dia 28, no auditório da Faculdade Estácio de Sá de Belo Horizonte, o livro “Não foi por acaso”.A obra conta a história dos trabalhadores que construíram a Usiminas, em Ipatinga e que, em outubro de 1963, durante uma manifestação no portão da empresa, foram metralhados pela Polícia Militar.Ao todo, foram oito mortes, segundo as versões oficiais.
De acordo com o jornalista, a razão pela qual se interessou em investigar o episódio foi o mistério em torno dele.
O autor teve os primeiros contatos com a história em 1988, quando trabalhou no jornal Hoje em Dia. O mestrado também viabilizou a realização do livro, já que o assunto foi o tema da dissertação.
Em seu trabalho de levantamento de dados,. Marcelo recorreu ao inquérito da polícia e ao relatório da CPI da Assembléia feita à época para colher provas, juntando assim documentos para uma futura investigação. "Juntei tudo que podia ao longo dos anos, pois sabia que mais cedo ou mais tarde, eu voltaria a esse assunto", disse.
Em palestra sobre o tema ”os desafios da reportagem histórica” o autor descreve, em etapas, as dificuldades de se obter informações sobre o massacre, tratado até hoje, com receio pela população do Vale do Aço.

Mas o silêncio da mídia brasileira a respeito do acontecimento, não impediu o repórter de recolher depoimentos das pessoas que presenciaram os acontecimento, como familiares, trabalhadores, médicos, enfermeiros, motoristas, policiais, executivos e vítimas.
Em um trabalho de pesquisa incessante, obteve mais dados em documentos, jornais e revista da época.
Nas conversas com os que, direta ou indiretamente participaram dos fatos, o jornalista fez uma descoberta que põe em dúvida a versão oficial. "Descobri que na época a Usiminas encomendou 32 caixões, informação que me foi confirmada tanto pelo motorista que transportou a encomenda quanto pelo funcionário do almoxarifado", informou. Entretanto, ao procurar a empresa para confirmar a informação, ela não se pronunciou. “Tenho por objetivo insistir, até conseguir que os arquivos sejam abertos", avisa Marcelo.
Segundo ele, o final dessa história ainda está para ser contada.
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TRANSPORTE RÁPIDO NA AV. ANTÔNIO CARLOS
A Prefeitura de Belo Horizonte em parceria com a BHTRANS, implantará o sistema de Transporte Rápido por Ônibus (TRO), é uma meta estabelecida para a Copa do Mundo de 2014. O novo sistema, que terá inicialmente 39 quilômetros de linha, funcionará em 2012, operando dentro de um sistema da canaletas, em implantação dentro das obras de duplicação da Avenida Antônio Carlos. O TRO terá estações de embarque e desembarque operadas por um sistema inteligente. A logística de movimentação será toda gerenciada com painéis dentro dos ônibus e nas estações que transmitirão informações aos usuários. Serão utilizados veículos de alta capacidade, vias exclusivas, terminais de embarque e desembarque em nível e pagamento antecipado de passagens.O diretor de Planejamento da BHTRANS, Célio de Freitas Bouzada, destaca que está sendo licitado o projeto técnico para implantação do TRO na Antônio Carlos, cujas obras de duplicação serão concluídas no próximo ano, e na Avenida Pedro I, que, começa a ser duplicada em 2010. "São estudos sobre a frequência de passageiros, o tipo de ônibus ideal a ser usado nesse sistema, assim como os locais das plataformas de embarque e desembarque", disse. "As obras serão iniciadas já no próximo ano", acrescentou.
Os ônibus que vão operar no novo sistema serão articulados ou biarticulados, através de um processo de sanfona, que aumenta o comprimento comprimento em até o equivalente a três veículos convencionais e, consequentemente, ampliando a capacidade de transporte de passageiros O modelo de operação é similar ao do metrô com a vantagem de não necessitar da instalação de trilhos, o que significa menores custos de implantação.
Modelo similar ao projeto da PBH , é o Transmilênio, em Bogotá, na Colômbia. O mesmo sistema está sendo viabilizado em cidades-sede da Copa do Mundo de 2010, na África do Sul. Desenvolvido na década de 70 em Curitiba, na gestão do então prefeito Jaime Lerner, o modelo é uma espécie de "metronização" do ônibus.
Veja:
comentário da jornalista Bernadete Amado
Entrevista com o diretor de planejamento da BHtrans Célio de Freias Bousada
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